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17/09/2013 00:02:12 - Atualizado em: 20/09/2013 13:28:27
Protesto
No domingo ativistas farão manifestação em São Roque contra instituto
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Um grupo de ativistas fará no dia 22 de setembro, domingo, uma nova manifestação contra o Instituto Royal em São Roque para protestar em razão da utilização do uso de cães da raça beagle em testes de produtos.

Os protetores estão organizando um comboio que terá saída da Avenida Paulista, no centro de São Paulo.

Para conseguir a adesão das pessoas a organização está promovendo a ação pela internet nas redes sociais e aguarda a participação de um grande público.

De acordo com o grupo, os cães são usados em pesquisas de medicamentos que serão lançados. O objetivo é verificar a existência de possíveis reações adversas, como vômito, diarreia, perda de coordenação e até convulsões.

Os ativistas afirmaram que em muitas das pesquisas, os cães acabam sacrificados antes mesmo de completarem um ano, para que se possa avaliar os efeitos dos remédios nos órgãos dos bichos.

No ano passado, o Instituto Royal, alvo de manifestações, passou a ser investigado pelo Ministério Público de São Paulo, que recebeu denúncias de maus-tratos aos animais.

QUESTÃO POLÊMICA

O uso de cães em pesquisas é permitido e regulado por normas internacionais.

Protetores de animais, no entanto, questionam as normas. Eles dizem que as indústrias “sequestram a vida dos animais”, que nunca mais terão um comportamento normal.

Segundo os protetores, os cães da raça beagle são os mais utilizados para experimentos no exterior, pois são animais de médio porte e já criados para a pesquisa.

No Brasil, ratos e camundongos são os bichos mais usados em pesquisas feitas em laboratórios.

OUTRO LADO

O instituto Royal diz que segue todos os protocolos nacionais e internacionais voltados para pesquisas com animais em laboratórios.

Eles afirmam que são uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e que recebem verba de instituições públicas de fomento à pesquisa. O protocolo dos testes é aprovado por essas instituições antes de os estudos começarem.

O instituto diz ainda que os testes só são feitos nos cães depois de serem realizados em roedores. Por isso, os efeitos adversos apresentados nos beagles não são agudos.

Eles afirmam que sempre que a reação ao medicamento é constatada, um dos nove veterinários do local intervém.

A etapa da pesquisa em cães é a última antes de o medicamento passar a ser testado em voluntários humanos, de acordo com o Royal, que afirmou que os testes realizados nos cães não podem ser substituídos por técnicas in vitro (sem o uso de animais).

A empresa também negou que houvesse maus-tratos aos animais.

Veja alguns anúncios ao lado publicados pelos ativistas na internet;

Fonte:


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