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21/08/2012 - Atualizado em: 22/08/2012 12:50:34
Protesto
Ongs fazem manifesto em São Roque contra uso de cães em testes


Um manifesto envolvendo diversas pessoas e representantes de ONGs de proteção aos animais e avistas foi realizado em São Roque no domingo, 19.

O ¨comboio¨ de protestantes saiu da avenida Paulista, no centro da capital e se encontrou com ativistas na cidade.

Os manifestantes protestaram contra o Instituto Royal, que utiliza cães da raça beagle em testes para a indústria farmacêutica.

Os cães são usados em pesquisas de produtos ainda não lançados.

São diversos testes toxicológicos.

Os animais são acompanhados após receber os produtos.

As Ongs relatam que esse tipo de teste causa possíveis reações adversas, como vômito, diarreia e até convulsões.

Em muitas das pesquisas, os cães acabam sendo sacrificados antes de completarem um ano, para que se possa avaliar os efeitos dos remédios nos órgãos.

Ao menos 66 beagles são mantidos em canil em São Roque.

O Instituto Royal, fica na região de Mailasque num prédio onde funcionava um hospital psiquiátrico.

Recentemente, o Ministério Público recebeu uma denúncia dizendo que ocorrem maus tratos no local.

Os manifestantes com buzinas, cartazes, carros de som e faixas foram até o portão da empresa.

Seguranças permaneceram na entrada evitando qualquer entrada de pessoas não autorizadas.

Depois a manifestação seguiu pelas ruas centrais de São Roque.

O grupo, de cerca de 200 pessoas.

Já o instituto Royal diz à imprensa que segue todos os protocolos nacionais e internacionais voltados para pesquisas com animais em laboratórios.

Afirmam que são uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip ) e que recebem verba de instituições públicas de fomento à pesquisa.

O protocolo dos testes é aprovado por essas instituições antes de os estudos começarem.

O instituto diz ainda que os testes só são feitos nos cães depois de serem realizados em roedores.

Por isso, os efeitos adversos apresentados nos beagles não são agudos.

Afirmam que sempre que a reação ao medicamento é constatada, um dos nove veterinários do local intervém.

A etapa da pesquisa em cães é a última antes de o medicamento passar a ser testado em voluntários humanos, de acordo com o Royal, que afirmou que os testes realizados nos cães não podem ser substituídos por técnicas in vitro (sem o uso de animais).

A empresa também negou que houvesse maus-tratos aos animais.

Fonte: Da redação




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